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	<title>Rita Gomes, Author at My Nefrologia</title>
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	<description>Plataforma multimédia dirigida à comunidade médica e outros profissionais de saúde dedicados à Nefrologia</description>
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	<title>Rita Gomes, Author at My Nefrologia</title>
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		<title>Estudo nacional sobre doença renal crónica está a contactar residentes da Área Metropolitana de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 14:43:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de compreender quantas pessoas vivem com doença renal crónica (DRC) em Portugal, onde se encontram e quais são as suas principais características clínicas e sociodemográficas, o estudo de prevalência nacional integrado no Projeto HÉRCULES está a decorrer em várias regiões do país. As equipas encontram-se a contactar residentes em Algueirão-Mem Martins, Pontinha, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de compreender quantas pessoas vivem com doença renal crónica (DRC) em Portugal, onde se encontram e quais são as suas principais características clínicas e sociodemográficas, o estudo de prevalência nacional integrado no Projeto HÉRCULES está a decorrer em várias regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipas encontram-se a contactar residentes em Algueirão-Mem Martins, Pontinha, Lisboa (nas zonas da Estrela, Campo de Ourique, Carnide, Telheiras e Lumiar), Oeiras e Almada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos dias, equipas qualificadas de uma empresa global de referência na realização de estudos epidemiológicos, a IQVIA, estarão a percorrer estas cidades porta a porta, convidando residentes adultos a participar. A seleção é aleatória, pelo que qualquer pessoa poderá ser contactada. A participação é voluntária e simples, e decorre em três etapas: um questionário no domicílio, que consiste numa breve conversa sobre saúde geral, hábitos de vida, fatores de risco conhecidos e antecedentes médicos; a visita a um laboratório, agendada após o questionário, que inclui a realização de análises simples e avaliação de peso, altura e cintura, e a eventual confirmação dos resultados das análises, que, caso haja resultados alterados na primeira avaliação, requer repetição dos testes ao fim de pelo menos três meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de se estimar que a DRC afete até 10% da população adulta, Portugal não dispõe de dados nacionais recentes e abrangentes sobre a real dimensão do problema. Esta lacuna dificulta o planeamento de estratégias eficazes de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo, com apoio da Sociedade Portuguesa de Nefrologia (SPN) e da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), visa colmatar esta falta de informação e irá incluir cerca de 3.000 participantes, representativa em todo o território continental, Açores e Madeira, para identificar corretamente casos já diagnosticados e as pessoas que possam estar a viver com a doença sem o saber.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este estudo, que está a decorrer durante a semana de 20 de julho,  pode fazer a diferença para uma melhor compreensão e resposta a uma das doenças crónicas mais prevalentes e menos conhecidas em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações sobre este estudo, consulte<a href="https://www.boehringer-ingelheim.com/pt/sobre-nos/projecto-hercules" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> aqui</a>.</p>
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		<title>Hemodiálise: estudo alerta para desfasamento entre preço e custos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atualização do estudo “Preço Compreensivo da Hemodiálise em Portugal”, realizado a pedido da Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), confirma um desfasamento financeiro significativo entre o preço dos tratamentos de hemodiálise atuais e os custos para as clínicas que os realizam, sugerindo que o preço atualmente pago por sessão não acompanha a inflação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A atualização do estudo “Preço Compreensivo da Hemodiálise em Portugal”, realizado a pedido da Associação Nacional de Centros de Diálise (ANADIAL), confirma um desfasamento financeiro significativo entre o preço dos tratamentos de hemodiálise atuais e os custos para as clínicas que os realizam, sugerindo que o preço atualmente pago por sessão não acompanha a inflação real dos custos. A análise feita confirma que o preço compreensivo não tem acompanhado a evolução dos custos operacionais,&nbsp; com um aumento significativo destes últimos, o que se traduz numa pressão acrescida sobre a sustentabilidade económica dos prestadores. E conclui ser essencial adotar um mecanismo de atualização regular desse preço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório revela que a redução administrativa implementada em 2012, que consistiu numa descida e imposição de novos limites máximos para o preço compreensivo pago pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) aos centros de diálise, teve um impacto profundo nestas contas, originando um diferencial significativo no financiamento da hemodiálise em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto negativo desta decisão política do passado sobre o nível atual de financiamento torna-se particularmente evidente quando se comparam os dois cenários de estimativas do preço compreensivo projetado para 2025: com a redução administrativa de 2012, o preço compreensivo estimado fixa-se em aproximadamente 654€ por sessão em 2025; sem a redução administrativa de 2012, atingiria cerca de 779€ por sessão. Este foi um corte da <em>troika</em> nunca revertido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diferença entre estes dois cenários demonstra que a redução de 2012 agravou o desfasamento entre a evolução dos custos operacionais das clínicas e o preço efetivamente praticado e financiado, com a persistência deste diferencial ao longo do tempo a traduzir-se numa pressão acrescida sobre o equilíbrio económico-financeiro e a sustentabilidade dos prestadores destes cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São vários os fatores responsáveis por impulsionar o crescimento dos custos da hemodiálise em Portugal, com particular incidência a partir de 2022, a começar pelo aumento das remunerações no setor da saúde, com os gastos com pessoal a representarem a maior fatia da estrutura de custos operacionais de uma clínica médica de hemodiálise, pesando cerca de 49%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento da despesa com medicação representa cerca de 6% da estrutura de custos e tem registado taxas de crescimento particularmente elevadas ao longo do tempo, ao qual se junta os preços das <em>utilities</em> (energia e água), que pesam 5% nos custos das clínicas e que têm apresentado um comportamento bastante volátil. Esta componente contribuiu de forma muito significativa para o aumento dos custos, sobretudo em 2022, refletindo o contexto inflacionista global associado aos preços da energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além destes três determinantes principais, a inflação geral dos bens e serviços de saúde afeta as restantes categorias, nomeadamente os consumíveis (16%), os acessos vasculares (3%), os meios complementares de diagnóstico e terapêutica (2%) e outros custos (19%). E embora estas áreas apresentem uma trajetória de crescimento mais moderada quando comparadas com as remunerações ou a medicação, acompanham a tendência geral de subida, contribuindo para a pressão acrescida sobre o equilíbrio económico-financeiro dos prestadores destes cuidados de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores que, conclui o relatório, reforçam a necessidade de adoção de um mecanismo de atualização regular do preço compreensivo, considerado essencial para assegurar a coerência entre custos e financiamento, a sustentabilidade económica da prestação de cuidados de hemodiálise, bem como a manutenção da qualidade e da capacidade de resposta do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As clínicas privadas asseguram atualmente mais&nbsp; de 91% dos tratamentos de hemodiálise em Portugal, mantendo o compromisso com os doentes apesar das dificuldades. No entanto, o desfasamento entre o preço compreensivo e os custos reais ameaça a sustentabilidade deste trabalho e, com ele, a resposta que milhares de portugueses recebem todos os dias”, alerta Paulo Dinis, Presidente da ANADIAL. “É essencial, por isso, aplicar um mecanismo de atualização regular do preço compreensivo”.</p>
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		<title>Encargos do Estado com hemodiálise subiram 3% para cerca de 271 milhões em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os encargos do Estado com a diálise rondaram os 271 milhões de euros em 2025, mais 3% do que em 2024, mantendo-se como a área convencionada com maior peso na despesa pública, com 27% do total. De acordo com a monitorização da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre o setor convencionado de hemodiálise, divulgada recentemente, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os encargos do Estado com a diálise rondaram os 271 milhões de euros em 2025, mais 3% do que em 2024, mantendo-se como a área convencionada com maior peso na despesa pública, com 27% do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a monitorização da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre o setor convencionado de hemodiálise, divulgada recentemente, o aumento dos encargos resultou da atualização do preço compreensivo por doente e por semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tal como nos dois anos anteriores, em 2025, a diálise manteve-se como a área de convenção com maior volume de encargos, representando 27% da despesa total do Estado com o setor convencionado, seguida pela área das análises clínicas, com 26,1%&#8221;, refere o relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do aumento da despesa, o peso relativo da diálise na despesa com convenções diminuiu 0,8 pontos percentuais face a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ERS refere ainda que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assegurou 98,7% do financiamento dos tratamentos de hemodiálise, quer diretamente, através dos cuidados prestados nos hospitais públicos, quer indiretamente, por intermédio dos prestadores convencionados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final de 2025, encontravam-se inscritos na Plataforma de Gestão Integrada da Doença (PGID) 12.836 utentes em tratamento de hemodiálise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destes, 1.115 (8,7%) realizavam os tratamentos em unidades hospitalares públicas, enquanto 11.719 (91,3%) eram tratados em 106 unidades dos setores privado e social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2025 existiam 106 unidades prestadoras de cuidados de hemodiálise dos setores privado e social, o mesmo número registado no ano anterior, distribuídas por 16 operadores, mais um do que em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As áreas metropolitanas do Porto e da Grande Lisboa continuaram a concentrar o maior número de unidades, enquanto o Alto Tâmega e Barroso permaneceu sem unidades não públicas, sendo o acesso aos cuidados assegurado pelo setor público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a ERS, a estrutura do mercado da hemodiálise em Portugal continental continua a apresentar elevados níveis de concentração, tanto a nível nacional como regional, encontrando-se dentro do intervalo que, de acordo com as orientações da Comissão Europeia, suscita preocupações concorrenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nível regional, três das 24 NUTS III — Alentejo Litoral, Baixo Alentejo e Beira Baixa — registam um índice de concentração superior a 9.000 pontos, refletindo mercados muito concentrados e próximos de situações de monopólio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O regulador destaca ainda os casos do Baixo Alentejo e da Beira Baixa, onde predominam situações de monopólio ou duopólio dos dois maiores grupos empresariais, tendo o indicador de concentração agravado no Baixo Alentejo face a 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto do país, os dois maiores grupos empresariais detinham, no final de 2025, uma participação de mercado de 71,7%, menos 0,8 pontos percentuais do que no ano anterior, embora a quota do maior grupo tenha aumentado ligeiramente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No que respeita ao acesso aos cuidados, o tempo médio de deslocação dos utentes até à unidade de diálise manteve-se nos 17 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proporção de utentes que realizavam tratamento na unidade mais próxima da residência diminuiu de 69,9%, em 2024, para 64% em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Face aos resultados da monitorização, a ERS afirma que continuará a acompanhar regularmente a prestação de cuidados de hemodiálise, em particular no que respeita ao financiamento, ao acesso e à concorrência.</p>



<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph">Fonte: LUSA</p>
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		<title>Prémio de investigação em doença renal atribui 10 mil euros ao melhor trabalho</title>
		<link>https://mynefrologia.pt/atualidade/premio-de-investigacao-em-doenca-renal-atribui-10-mil-euros-ao-melhor-trabalho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:48:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Prémio de Investigação ANADIAL regressa para a sua quinta edição, com candidaturas abertas até 30 de setembro de 2026. Promovido pela Associação Portuguesa de Centros de Diálise (ANADIAL) e atribuído anualmente, visa incentivar a realização de estudos clínicos e avaliações epidemiológicas na área da Insuficiência Renal Crónica (IRC), com particular relevância no âmbito da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Prémio de Investigação ANADIAL regressa para a sua quinta edição, com candidaturas abertas até 30 de setembro de 2026. Promovido pela Associação Portuguesa de Centros de Diálise (ANADIAL) e atribuído anualmente, visa incentivar a realização de estudos clínicos e avaliações epidemiológicas na área da Insuficiência Renal Crónica (IRC), com particular relevância no âmbito da prevenção e da melhoria de cuidados da Doença Renal Crónica (DRC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este é o maior prémio nacional na área da Nefrologia e tem como objetivo estimular a produção de conhecimento científico sobre a DRC em Portugal, uma doença com elevada incidência e prevalência, sobretudo em fases avançadas, e que ainda carece de estudos clínicos e epidemiológicos relevantes”, afirma Paulo Dinis, presidente da ANADIAL.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os trabalhos candidatos ao Prémio ANADIAL podem ser análises interinas de estudos epidemiológicos em curso, desde que estas análises estivessem previstas no desenho do estudo e os resultados sejam relevantes, bem como trabalhos já terminados ou projetos de investigação em fase de arranque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto vencedor, avaliado por um júri composto por quatro elementos, receberá um prémio no valor de 10 mil euros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais informações, consulte o regulamento disponível em <a href="http://www.anadial.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.anadial.pt</a>.</p>
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		<title>FMUP lança curso de Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares com inscrições abertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:27:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) está com candidaturas abertas para o curso de formação contínua em Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares. Esta especialização foi desenhada especificamente para responder aos desafios nutricionais complexos que os profissionais de saúde enfrentam diariamente no contexto hospitalar. O programa visa capacitar os médicos na avaliação do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) está com candidaturas abertas para o curso de formação contínua em Nutrição Clínica para Médicos Hospitalares. Esta especialização foi desenhada especificamente para responder aos desafios nutricionais complexos que os profissionais de saúde enfrentam diariamente no contexto hospitalar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa visa capacitar os médicos na avaliação do estado nutricional, na prescrição e monitorização de suporte nutricional, bem como na integração eficaz da intervenção nutricional nos planos terapêuticos globais dos doentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação é dirigida exclusivamente a licenciados ou detentores de Mestrado Integrado em Medicina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de uma oportunidade crucial para médicos de diversas especialidades hospitalares que pretendam atualizar os seus conhecimentos, otimizar a abordagem terapêutica de doentes complexos e, consequentemente, melhorar a qualidade dos cuidados prestados nas suas respetivas unidades de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contactos para suporte e informações adicionais&nbsp;<a href="https://fmuponline.med.up.pt/index.php/cursos/tipologias/unidades-de-formacao-continua/17-nutricao-clinica-para-medicos-hospitalares">aqui</a>.</p>
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